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Vacinação em cães: entenda qual a importância da vacinação, quais as principais doenças e como manter seu animal protegido

O protocolo de vacinação em cães é imprescindível para uma boa saúde e contribuição para a erradicação de diversas doenças.

Assim como nos humanos, os cães precisam ser vacinados com a finalidade de proteção. Quando o animal recebe uma dose da vacina, seu sistema de defesa é estimulado, dessa forma, se entrar em contato com algum vírus ou bactéria, já irá reconhecer aquela enfermidade e começar a se defender.

Por esse motivo, é muito importante vacinar os cães, já que os vírus e bactérias estão sempre presentes no ambiente, deixando os animais pré-dispostos a adquirirem diversas patologias.

Qual o protocolo de vacinas para cães?

Para os cães, o protocolo vacinal pode ser iniciado a partir da quarta semana de vida, de acordo com a exposição do animal, como aqueles que tem contato com outros animais ou que viajem com seus tutores. 

Para os cães como menos exposição, a primeira vacina poder ser iniciada a partir de 6 (seis) a 8 (oito) semanas de vida.

O protocolo vacinal é iniciado com a vacina polivalente (v8, v10) esta é completa e protege o animal contra diversas patologias, inclusive doenças de difícil tratamento, como a cinomose. 

Na primeira vacinação são necessárias 3 (três) doses com o intervalo de 3 (três) semanas entre elas. Nesse período de vacinas, é importante que o animal não tenha acesso a rua, não frequente parques, creches e pet shops, com a finalidade de não expor o cão a esses tipos de contaminação. Depois do primeiro ciclo, essa vacina vira reforço anual obrigatório. 

A partir da 9ª semana de vida, já pode ser iniciado o protocolo de vacinas de gripe, que faz a proteção do animal contra uma bactéria capaz de causar a traqueobronquite infecciosa canina, ou mais popularmente chamada como tosse dos canis. 

Esta doença é altamente contagiosa e causa sintomas como tosse seca, febre e perda de apetite, ela pode evoluir para pneumonia a depender da gravidade. Esse protocolo se inicia com duas doses com o intervalo de 2 (duas) a 4 (quatro) semanas entre elas, depois virando reforço anualmente.

Durante a 9ª semana, também pode ser iniciada a vacina da Giárdia, ela faz a proteção contra um protozoário que normalmente pode ser encontrado em água contaminada, ambientes ou alimentos contaminados, assim como contato com as fezes de outro animal contaminado. Também é uma zoonose, ou seja, seres humanos também podem adquirir giardíase. 

Quando em contato com o organismo, causa infecção intestinal e seus sintomas são: diarreia, vômito e perda de peso. Essa vacina diminui a contaminação. Seu protocolo é iniciado com 2 (duas) doses com Intervalo de 2 (duas) a 4 (quatro) semanas, depois tendo o reforço anual como obrigatoriedade.

E quanto a vacina da raiva?

A vacina de raiva pode ser iniciada a partir da 12ª semana de vida. É uma vacina obrigatória, pois ajuda na erradicação da raiva, uma zoonose de caráter contagioso e altamente letal. Após a primeira dose, é obrigatório seu reforço anual.

A vacina contra leishmaniose pode ser iniciada após os 4 (quatro) meses de vida. A leishmaniose é uma doença causada por um protozoário, sendo transmitida a partir da picada de um inseto, chamado de mosquito palha. Quando em contato com o organismo do animal, se multiplica rapidamente, causando manifestações clínicas em diversas partes do corpo como o sistema cardiorrespiratório, digestório, locomotor, oftalmico e tegumentar, sendo essa a mais comum. 

É uma doença de caráter zoonótico, por isso sendo de grande importância. Seu protocolo se inicia com 3 (três) doses com intervalo de 21 dias entre elas, mantendo depois o reforço anual como obrigatoriedade. 

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